Circuito Helinho: um dia de inclusão, afeto e movimento em Vargem Grande
No dia 9 de agosto, o Circuito Helinho transformou Vargem Grande em um espaço de celebração à diversidade. Crianças típicas e atípicas participaram juntas de uma corrida especial que uniu esporte, convivência e inclusão.
A iniciativa foi idealizada pela pedagoga Isabel André, fundadora do espaço psicopedagógico Abrace, e por Angélica, mãe do menino Helinho, cuja energia e paixão por correr inspiraram todo o projeto.
A Abrace é dedicada à saúde emocional e ao desenvolvimento integral de crianças e famílias. O Circuito nasceu de um encontro entre Isabel e Angélica, que buscava mais espaços acessíveis e acolhedores para o filho. Dessa conversa surgiu muito mais do que um evento esportivo: uma experiência coletiva de respeito às diferenças e fortalecimento de laços comunitários.
Segundo Isabel, promover a convivência entre crianças típicas e atípicas desde a primeira infância é essencial para que a empatia se torne prática no dia a dia.
“As crianças aprendem que cada pessoa tem seu ritmo, seu jeito e seus talentos, o que ajuda a reduzir preconceitos e a construir vínculos sólidos no futuro”, afirma.
O evento também destacou a importância do envolvimento das famílias, oferecendo um momento de escuta e acolhimento para pais, irmãos e cuidadores.
Para viabilizar o Circuito, foi essencial contar com o apoio de parceiros que abraçaram a proposta, possibilitando que a acessibilidade fosse pensada de forma ampla — física, sensorial, emocional e social — garantindo que todas as crianças se sentissem seguras e bem-vindas.
O sucesso desta primeira edição já inspira novos planos: ampliar o projeto com sessões de cinema, eventos temáticos, roteiros gastronômicos e formações para educadores e profissionais de saúde. A visão é que o Circuito Helinho se torne uma plataforma contínua de convivência e conscientização, adaptável a diferentes públicos, mas sempre fiel ao propósito de cultivar empatia, respeito e inclusão desde a infância.
Mais do que uma corrida, o dia 9 de agosto marcou o início de um movimento que mostra que a inclusão se constrói no afeto e na convivência diária.








